13/09/2009

Harebaguandi, PIZZA DE CHOCOLATE BRANCO, MORANGOS E LEITE CONDENSADO

Um lindo sorriso para minhas amigas começarem bem a semana.....

Ai, vou amarrar uma pedra no meu pescoço e me atirar no Gange. Harebaba. Acabou-se caminho das índias. Surya não deixou a barriga cair, seu Cornobel voltou com a Dona Norminha e eu não vou ver mais o Raj. Ai, o Raj. Que homem é aquele mulherada? Não desmerecendo o MEU Raj mas o da novela, arebaguandi, ele dava umas pegadas na Maya as vezes que só Jesus me abanando. O homem bonito da peste, charmoso, e com uma voz que falando no pé do ouvido conseguia qualquer coisa de mim. Tic.


Mas mudando de assunto que já estou suando, esses dias andei com uma vontade louca de comer pizza. E faço uma massinha que é bem fácil e fantástica. Sinceramente não me lembro se já postei aqui, mas acho que um remake não vai mal, ainda mais que muita gente nova andou a aportar seus navios por aqui ultimamente.


Amo pizza, acho a maior invenção do homem mas há muitas controvérsias a respeito do seu surgimento. Achei uma matéria bem bacana sobre a pizza e vou dividi-la com vocês. É bem legal!!
A PIZZA NA LITERATURA



A pizza é hoje para os italianos algo como o Coliseu, como Michelangelo ou como as notas de “O’ Sole Mio”. Ao lado da coca-cola, são ícones do século XX que vão se perpetuando, mas sua origem é ainda desconhecida. Cada um de seus principais ingredientes está intimamente ligado a um fato da história italiana. Segundo uma versão clássica, uma bisavó da atual pizza, uma simples massa feita de ferinha, água, fermento e sal, nasceu como uma fogazza (focaccia) nas cozinhas romanas, e servia de prato para receber as iguarias durante as refeições. A história quer como autor desse alimento o romano Marco Gavio Apicio, famoso pelo livro de receitas De Re Coquinaria. A focaccia foi chamada de apicia, da qual se supões vem a pizza. Mas o Dicionário Etimológico Italiano diz que o termo pizza deriva do gótico-lombardo, antigo alemão, Bizzo ou Pizzo, traduzido como pedaço, pedaço de pão, focaccia. Os egípcios foram os responsáveis pelos processos de fermentação e pela invenção do forno, e essas informações são indiscutíveis. Porém os pães, e ou focaccias que preparavam eram exclusivamente para uso em rituais. Os gregos também eram grandes fabricantes de pães e sem dúvida tal tradição foi absorvida pelos romanos, junto da filosofia e do gosto pelas artes. Sem dar crédito as fantásticas hipóteses sobre sua origem, a pizza é um alimento típico das culturas que se desenvolveram ao longo do Mediterrâneo. E é em uma das “rainhas do Mediterrâneo”, a cidade de Napoli, que ela encontrará sua pátria e o ponto de partida para a conquista do mundo.

Porém, foi preciso que Napoli esperasse a descoberta da América, em 1492, para que o ingrediente mais importante desse alimento fosse a ele incorporado: o tomate. Conta-se que na primeira metade do século XVIII, o cozinheiro da corte dos reis de Bourbon, na capital do Reino de Napoli e das duas Sicílias (a Sardenha era considerada outra Sicília), um tal Totó Sapore, um verdadeiro artista do fogão e muito mimado pelo rei, seria o criador dessa maravilha.
Um dia, um invejoso da corte colocou um fio de cabelo no magnífico assado que Totó havia preparado para o jantar real. E o pobre cozinheiro, mesmo inocente, foi para a prisão. No cativeiro, o artista inconformado arquitetou um plano para que fosse libertado: escreveu um bilhete ao soberano pedindo a liberdade em troca de uma nova iguaria que lhe prepararia. E a tal iguaria possuía as seguintes características: “Deve ser cozida em menos tempo que o macarrão, não será nem primeiro, nem segundo prato, nem carne e nem peixe; será quente como o inferno e deliciosa como o paraíso; redonda como o mundo e cheia de fogo como o sol de verão. Majestade”, concluía Totó Sapore em sua carta, “se serei capaz de criar um prato assim, sem dúvida serei merecedor da liberdade”.

O soberano instigado em sua gula aceitou a proposta e logo após a saída de Totó da prisão chegava a sua mesa o novo prato. Quando o rei experimentou a massa macia e crocante ao mesmo tempo, dourada e perfumada pelo vermelho do tomate, o engenhoso cozinheiro foi libertado definitivamente com uma condição: que preparasse aquela delícia todos os dias para a família inteira real.

Até aqui a lenda, é como é sabido, o molho de tomates (pummarola em Napolitano (olha, agora sei da onde vem a marca Pomarola, rsrs)), ainda não havia sido inventado. O que se sabe por documentos escritos, é que a pizza fez sua primeira aparição nos palácios burbônicos de Napoli em 1762. Era um manjar comum entre o populacho e consumido em grandes quantidades por custar pouco e porque podia se comer sem prato, de pé na calçada, simplesmente dobrando-o em quatro partes, ou “a libretto” como se diz em Napoli. (Alías é assim que recomenda a napolitaníssima Sophia Loren!).

É documentado também que o rei Ferdinando I, que governou Napoli entre 1759 e 1825, um dia entrou na pizzaria de Antonio Testa, vulgo ‘Ntuono e pediu para experimentar a comida plebéia em suas diversas variantes. Ficou tão entusiasmado que mandou inseri-la na corte.
Mas a verdadeira ascensão da pizza ao trono de Napoli foi com seu sucessor, Ferdinando II, que, em 1832, mandou construir fornos para pizzas ao lado dos famosos fornos para queimar da Real Porcelana de Capodimonte, fábrica secular fundada pelos Habsburgo.
Foi somente durante o verão de 1889 que o último ingrediente da pizza veio a completá-la: o rei Umberto I e a rainha Margherita estavam hospedados no Palácio de Capodimonte. Foi chamado o pizzaiolo mais conhecido da cidade, Raffaele Esposito, que, em honra aos reis, acrescentou a muzzarela a pizza para que, junto ao vermelho do tomate e ao verde do manjericão, lhes fizesse recordar a bandeira italiana: verde, branco e vermelho. O prato tradicional napolitano foi imortalizado pela literatura, principalmente, nas páginas dos romances da escritora e jornalista Matilde Serao (Patras 1856, Napoli 1927). Ela retratou o homem napolitano em seus mais diversos aspectos, pintando um grande quadro da vida urbana, e nos legou importantes documentos sobre o modo de se alimentar de sua população. No romance O País da Cocanha (Il Paese di Cuccagna – 1890), Serao narra as peripércias e cambalachos que os napolitanos, ricos e pobres, viciados nos jogo de loto faziam para sobreviver e continuar jogando. Era uma mania, que levava famílias inteiras a ruína econômica e moral. A Cocanha é um país imaginário e teve a origem na picardia francesa na Idade Média. Sua abundância representava um incansável desejo de comer até a saciedade numa oferta ilimitada de iguarias e bebidas. Nessa terra o rio é de vinho, a chuva é de pudins, comem-se muita cerne e muitos peixes de grande valor comercial. Não existe água e não existe pão; nem especiarias, nem sopa, nem vegetais. Não se cozinha na Cocanha, pois é um mundo sem instrumentos, sem utensílios. O pão também não existe, já que o trabalho de moagem também não existe, e os alimentos, já cozidos, caem diretamente na boca dos habitantes, sem que eles trabalhem para se sustentar. Era esse o sonho de todo napolitano pobre. Não precisar mais trabalhar e ter a mesa repleta de comida decente.

O carnaval era sinônimo de abundância, de retorno ao sonho da cocanha. E os dias de carnaval assim foram imortalizados por Matilde: os célebres três pizzaiolos napolitanos, do Vico Freddo e Chiaia, do Largo Carità e de Port’alb a recomendavam ao público amante das pizzas, aquela dupla pizza que se chama calzone e aquela fritura que faz fios que tem o nome de filoscio, sem se esquecer das costeletas à pizzaiola, que eles estariam abertos até a manhã servindo vinho de Merano e dos Montes de Procida. Em outro livro, a jornalista e escritora Serao faz um retrato dos hábitos alimentares, das crendices, das manias e das paixões do povo napolitano após a grande epidemia de cólera de 1884 em resposta ao parlamentar Depretis que visitou a cidade e pronunciou a epigráfica frase “Bisogna sventrare Napoli” (É preciso sanear Napoli). O livro chamou-se então O Ventre de Napoli e foi publicado pela primeira vez em capítulos no jornal romano Capitan Fracassa, a partir do número 258, de 17 de setembro de 1884. Um dos ensaios intitulado “Aquilo que comem”, elucida as tradições culinárias da cidade e como se alimentam – como o próprio título sugere – os moradores da metrópole do Sul, que na época, contava com uma população de meio milhão de habitantes. E a pizza novamente é protagonista. Protagonista e definida como uma criação napolitana por excelência: um dia, um industrial napolitano teve uma idéia. Sabendo que a pizza é uma das adorações culinárias napolitanas, sabendo que a colônia napolitana em Roma era grande, pensou em abrir uma pizzaria em Roma. O cobre das caçarolas e dos discos brilhavam, o forno ardia sempre; encontravam-se todas as pizzas: pizza com tomate, pizza com muzzarela e queijo, pizza com alice e óleo, pizza com óleo, orégano e alho. Nos primeiros tempos a multidão corria até lá; depois foi diminuindo. A pizza, tirada de seu ambiente napolitano, parecia uma distorção e representava uma indigestão; sua estrela empalideceu e caiu em Roma; planta exótica, morreu na solenidade romana.

Mais adiante ela reitera a idéia da pizza como manjar dos pobres, dizendo que a pizza entra na larga categoria dos comestíveis que custam um centésimo, e da qual é composto o café da manhã ou o almoço de grande parte do povo napolitano.

O MESTRE PIZZAIOLO

A figura do mestre pizzaiolo também foi analisada por ela com riqueza de detalhes: o pizzaiolo que tem sua loja, a noite, faz um grande número de pizzas, feitas de uma pasta densa, que se queima mas não cozinha, cheias de tomate quase crus, alho, pimenta e orégano: essas pizzas em tantas espécies de um centésimo são entregues a algum moleque que vai vender em alguma esquina de rua, sobre uma bancada ambulante e ali permanece quase todo o dia, com esse número de pizzas que gelam ao frio, que amarelecem ao sol, comida pelas moscas. Há também fatias de dois centésimos para crianças que vão a escola; quando a provisão se acaba, o pizzaiolo a repõe até o fim do dia. Há também, durante a noite, alguns moleques que carregam na cabeça um grande escudo convexo de estanho, dentro do qual estão estas fatias de pizza, giram pelas vielas e dão um grito especial, dizendo que tem pizza com tomate e com alho, com muzzarela e alice salgado. As pobres mulheres sentadas nas escadarias dos cortiços as compram e jantam, isso é, almoçam com esse centésimo de pizza.

Outro escritor napolitana a imortalizar a pizza foi Giuseppe Marottas, autor de San Genaro Non Dice Mai No, uma descrição de seu retorno a Napoli, em 1947, após o término da Segunda Guerra. Napoli foi destruída física e moralmente pelas tropas alemãs, mas o espírito alegre, bonachão e apreciador da boa mesa não foi cancelado pela maldade estrangeira. Marotta num diálogo com o autor de canções napolitanas Giuseppe Rossetti, outro apaixonado pela cidade e por suas tradições, decanta as qualidades da pizza e escolhe como cenário a tradicional Pizzaria do Largo da Carità: Ah, a pizza! É doce, é amarga, é longa, é breve, é antiga, é nova, é segura, é imprevisível, é pão, é recheio, é superlativamente boa: é a pizza. Gosto desse alimento dos pobres. Comovente e cheio de símbolos como a hóstia. De farinha, de água, de banha, de tomate, de muzzarela e de calor se compõe a pizza: atenta não somente ao calor do forno que a enruga com leves queimaduras, mas também ao calor humano dos dedos de quem as prepara. O pizzaiolo atrás do balcão, com qual arte e com qual amor se achata e abre o cubo de massa: são pequenos golpes, ora grandes e suaves, ora fortes e penetrantes, das pequenas e inteligentes mãos como aquelas dos obstetras; a seguir, a cândida plataforma está pronta para receber os temperos: o pizzaiolo a belisca com banha, espalha por sobre ela os triangulosinhos de muzzarela e uma pitada de queijo, derrama um pouco de molho e diz: “Vamos com a pá; pronto, vamos!”. Transcorridos alguns minutos. A pizza finalmente nasceu.

E se a identidade de um povo pode ser construída por diversos elementos, também o alimento pode ser considerado um deles. E de extrema importância, pois talvez nenhum outro povo se preocupe tanto com o fator alimentar como os italianos. É impossível dissociar qualquer realização do homem italiano de atos e/ou atitudes ligadas ao culto da boa mesa ou do simples (seria tão simples assim?) ato de comer. A literatura é, sim, uma grande fonte de pesquisa para se entender essa nuance da vida humana, e mais do que nos livros de receitas e manuais de cozinha, podemos encontrar nos escritos de caráter vernáculo, importantes informações que não estão presentes na literatura especializada do setor.
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Nossa, coitada da pizza, já foi cosiderada comida de pobre. Que história fantástica. Como as coisas mudam e progridem né, que bom que foi assim com nossa redonda. Agora a receita da massinha.
Massa básica de pizza
Rende 3 a 4 unidades, de 25 cm de diâmetro, expessura média ou a gosto

Ingredientes: 1k de farinha de trigo especial, 100g de fermento fresco, 100ml de óleo, 20g de gordura vegetal, 2 pitadas generosas de açúcar, 3 pitadas generosas de sal.

Faz Assim: Numa bacia, com garfo, quebre o fermento em pedacinhos e com as mãos, dissolva em um pouco de água morna. Mexendo bem, vá juntando a farinha e o restante dos ingredientes. Vá adicionando água até obter uma massa lisa e elástica. Cubra com pano úmido bem torcido e deixe descançar no mínimo 2 horas. Deixe próximo a um local aquecido. Divida a massa em porções fazendo bolinhas e deixe descançar mais 1 hora. Em tampo enfarinhado, abra na expessura enfarinhada e empregue.

Pré-asse a massa com um pouquinho de molho de tomate e monte com seu recheio preferido.

O MEU MOLHO DE TOMATE

Compro tomates bem, bem maduros. Tiro a pele, corte em 4 partes e coloco no liquidificador. Coloco um pouquinho de sal, azeite extra virgem e orégano. Não bato, apenas vou pulsando, pois nós aqui gostamos de pedacinhos de tomate no meio do molho.

Como vemos inúmeras fotos de pizzas por ai de tudo que é sabor, resolvi postar apenas a foto da pizza doce que fiz depois das salgadas. Fiz com:

- Chocolate branco
- Açúcar cristal vermelho pra dar um tcham
- Morangos
- Leite condensado

Só que o chocolate branco não derreteu no forno. Ficou granulado. Mas o resultado final ficou divinal. Fiz assim:
Pré-assei a massa quase até estar pronta. Salpiquei o chocolate branco ralado e salpiquei só um pouquinho do açúcar cristal vermelho pra dar um look fashion. Levei ao forno. Ficou uns 7 minutos apenas pois o chocolate não derreteu. Tirei do forno, coloquei os morangos, reguei com leite condensado e servi. Olha, ficou chatíssimo viu. Nem meu cachorro comeu, coitado. Bem que ele queria!!



33 comentários:

Paula Pacheco disse...

Carol , primeiro obrigada pelo lindo sorriso rsrsrs...adorei a materia da pizza, e gosto do molho de tomate com pedaços também, acho que fica bem melhor sentir o pedaço deles na boca hummm...e que pizza gigante...muito interessante, parabens por dividir a materia...
bjão
Paula

Nela disse...

Olá minha Cheffinha de eleição! como vai?adorei ver um gato tão gato e eu adorava ser gata rsrsrs, mas claro k não sou. Quanto as pizzas, eu sou igual de x em quando adoro uma bela pizza caseira bem feitinha, adorei as dicas e tb a receita. Espero k esteja tudo bem com seu emprego, ou erstá em casa? depois me diga num email ok? bjs e boa semana.

Pracinha do tempo disse...

Por aqui os arebaba da rapaziada ainda vão continuar mais uns tempos, para aquecer os nossos corações.

Um destes dias faço esta pizza para acompanhar a novela, tá mesmo com bom aspecto.

Beijinhos

Lourdes Sabioni disse...

Menina do Céu , fiquei sonhando com este sorriso que simplesmente iria me hipnotizar, me embriagar e com certeza eu não responderia por mim...qualquer loucura que viesse a fazer, responderia que sofri de insanidade temporária por culpa de um simples sorriso! KKKKK...Bjs

Andrea Dohashi disse...

Querida Carol, verdade andei sumidinha, mas estou aos pouquinhos de volta a ativa!
Menina, que pizza é essa, quase hora do almoço e eu babando a sobremesa, rs!
|Beijos

gasparzinha disse...

Uma bela pizza caseira não tem rival!
Adoro! :)

Beijinhos.

Smas disse...

A pizza me deixou com fome e esse sorriso iluminou esta noite chuvosa de Macau!

Tânia Saj disse...

E eu não assiti essa novela....se eu soubesse que tinhas "essas" coisas tinha me empenhado em seguir...kkkkk
Ah, pizza....bem feitinha....assim...me pergunta qual é meu prato predileto???
A doce ficou show, amiga!!!
Beijinhos e ótima semana!

Danieli C. disse...

Sem palavras, essa pizza tá divina! E o toque com o açúcar cristal ficou um charme!

Gina disse...

Carol, você sumiu, o que houve?
Não assisti a novela, aliás, não vejo novela há alguns anos, mas sei da temática, claro.
Acho que a pizza caseira não tem comparação. Quando não tinha MFP, não me animava tanto a fazer a massa, esperar crescer e coisa e tal, mas agora não tenho desculpa... rsrs!
Bjs.

Marly disse...

Hare baba! já fui chegando e rindo,
vixe! Eu também não pude assisitir a essa novela, mas não escapei das expressões lançadas nela!
E essa pizza? Ganesh que me impeça
de exagerar na gula!!

ameixa seca disse...

Nunca comi pizza doce, até porque sou mais fã das comidas salgadas :)
Mas qualquer dia experimento!

Mari disse...

Are baba, C. Oliver!

inspirações da Jô disse...

Ahahahah!!!!!!!Deixa marido saber!!!!!!!!!Are baba!!!!Narri!!!!!!
Mas aquele Rodrigo é tuuuuuuuuudo de bom mesmo!!!!!!!!
Bem,essa pizza de morango com leite moça que fez, está mesmo estonteante!!!!!!!!
Beijocas e uma ótima semana!!!!!!!

»¤Þ䵣䤫 disse...

Mtu bacana a materia sobre a pizza! E a receita tmb deliciosa! Bjokas

Neyma disse...

Carol minha querida,
Também vou sentir falta da novela, com algumas ressalvas, gostei bastante do final!!
Também adoro pizza...pena que engorda...mas da um prazer, que valem todos os pecados!!
Pizza também é cultura, quem disse que não, muito bom conhecer a história!!
Muitos bjs

Luciana disse...

Me deu água na boca, que maravilha. Ficaria tão feliz com umas fatias... que gulosa!!
Muito legal a matéria.
Tenha uma semana abençoada.
Bjos, Lú.

Rachel disse...

Estou com a Luciana, me deu água na boca...as duas coisas...pizza + Rodrigo...rsrsrsrs. Carol, passa lá na biroskinha que tem selinho pra vc! Bjuss!!!

Ana Medeiros disse...

Mulheeeer, ta louca fazer uma coisa dessas?? Quando li o título o meu coração ja palpitou mais forte e quando cheguei no final do post quase cai dura!
Não se faz isso com gravidas, não não...

beijos

Oba Gastronomia disse...

Carol!
Que Pizza bacana! Até eu, que não sou muito antenado em doces, comeria um pedaço!
Parabéns e um Beijão!!
Orlando Baumel

Sabores de Aromas disse...

Olá,
Está fantástico,essa pizza. E deve ser óptimo!!
harebaba:):) entrei e começei a rir adorei o post.

bjs

Boa semana

Iliane disse...

miga docéu..Harebanguandi mesmoooooo...kkkkk..vêr Raj uma hora dessas é uma linda aparição..obrigado por fazer meu dia mais bonito...e..depois..vem o crime perfeito:essa sucessão de pizzas...amei..só Raj por perto para fazer esuqcer essas pizzas maravilhosas..bjus e bom começo de semana..arebaba!!!

Fla disse...

Menina, o que eu chorei no último capítulo dessa novela não tá escrito!!! Rs...
Obrigada pelas informações que você sempre posta no blog.
=)
E que pizza hein? Are Baba! rs..
Bjs

Bárbara disse...

caroll
arrasa heim !!!!

hum raj desse quem não quer !!
arebaba !!!

bj

Bárbara e Ellen disse...

Menina, que sorriso é esse, meu Deus, nem vi direito a pizza, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk...
Bjs imensos...
:)

Nereime disse...

Carol , arebaba...quem pode com esse homem????
A receita da pizza está anotadíssima.
Meu filho é gamado por chocolate branco, já sei que vai ser sucesso por aqui!
beijinhos lindinha

Ana Powell disse...

Olá boas
Adorei tudo, incluindo a 1º foto (LOL)
Feliz fim de semana x

Raquel disse...

Carolzita! Que saudades! E quer parar parar c/ essa tripla provocação?! rsrs acompanhando as regras, tem selinho p/ ti! =D volto já!
Enorme beijo!!!

Piteca disse...

Também gosto muito de pizza e essa sem dúvida ficou muito original e de certeza muito apetitosa também!!
Bjcas.

Abobrinhas na Cozinha disse...

Mulher, que pizza é essa!!! Arebaba!!! hahahahaha
Boa demais!
Parabéns!
Beijos
Thais

KEKA disse...

Carolzinha,
esquece a pizza e me dê o Raj coberto de leite condensado e morangos em um taça enorme p/ ele me dar na boca!!!
ai, que calorrrr...

beijão!!!

olga oliveira disse...

SOU BLOGUEIRA ESTREANTE, TÔ APRENDENDO A TORNAR MEU BLOG BEM LEGAL. ACHO O SEU PERFEITO, GRANDE CHEF MUITO LEGAL.PARABÉNS! ACEITO SUGESTÕES. OBRIGADA

olga oliveira disse...

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