VOCÊ FAZ PANELINHA? e Massa base para Pães Salgado
COMPORTAMENTO NO CEREJINHA
PANELINHA (e não é a da cozinha)

Quem nunca se sentiu constrangida diante de colegas mal encarados ou metidos mesmo no trabalho? Principalmente num trabalho novo, onde você não conheçe ninguém e ainda sente aquela sensação de insegurança (apesar de ter certeza que você é super segura!!). Muita gente já sofreu esses tormentos e ainda sofrerá. Eu já tive esse problema em alguns trabalhos, principalmente naquelas repartições onde trabalham muitas pessoa, é mais do que certo haver aquelas terríveis panelinhas (que por incrível que pareça nem na escola fazia isso com minhas amigas, sempre achei uma coisa horrorosa). Existe coisa pior do que ser excluído principalmente num local onde não se conheçe ninguém? Eu sinceramente não entendo as pessoas que praticam "essa ação". Será que elas gostam se ser menosprezadas pelos outros e por isso o fazem também? Achei essa matéria da Você S/A super interessante e uma mão na roda para quem sofre disso ou poderá a vir sofrer e até pra quem pratica esse ato (tomara que não!!).
"Todos nós gostamos de nos sentir parte de um grupo. Seja em situações sociais, seja no trabalho. Em razão de uma série de afinidades, escolhemos as pessoas com quem iremos conviver mais de perto. Esse vínculo transmite a sensação de companheirismo, cumplicidade e proteção. No entanto, segundo a consultora de imagem Ilana Berenholc, fechar-se em pequenos grupos pode ser visto como algo negativo dentro das empresas a partir do momento em que o grupo passa a apresentar atitudes que demonstram hostilidade e preconceito em relação aos que estão de fora.
É inevitável que as pessoas se aproximem daquelas com quem se identificam mais. Porém, elas devem estar abertas e se mostrar acessíveis às outras. Quando isso não acontece, a imagem de um funcionário é afetada negativamente. Portanto, a participação nas chamadas “panelinhas”, tão comuns em muitas companhias, pode ser um passo em falso para qualquer profissional. “Dificilmente os integrantes de uma ‘panela’ são vistos como profissionais diferenciados ou de alto nível de desempenho”, afirma o professor Moacir Carlos Sampaio Silva, da área de psicologia social das organizações do Instituto Sedes Sapientiae, em São Paulo, e da Fundação Dom Cabral, em Minas Gerais.
Na vida corporativa, o melhor é cultivar uma imagem de independência e de neutralidade, bem longe das “panelinhas”. Veja como:
Se você se sente excluído ou marginalizado por não fazer parte de uma “panela”, continue na sua. Nada pior do que implorar por atenção. Mostre-se “neutro” no ambiente profissional e demonstre sua capacidade de relacionar-se com todos.
Invista na neutralidade. Não se associe à “panela rival”, nem se posicione como alguém que reprova ou menospreza esses grupos. Às vezes eles têm poder e influência, por isso é melhor não bater de frente.
Se você participa de uma turminha e percebe que isso está queimando seu filme, a melhor alternativa é gradualmente administrar um afastamento. Encontre uma desculpa para almoçar e tomar café com outras pessoas. Isso só vai aumentar sua rede de contatos.
Dentro de uma empresa, o que faz sentido são os grupos formais. Um bom profissional se relaciona bem com seus pares e colegas e mantém esse relacionamento no plano estritamente profissional. Se você se vê frente a essa ou àquela pessoa com quem percebe ter bastante afinidade, nada impede que isso evolua para uma produtiva e saudável amizade
Fonte: http://vocesa.abril.com.br/edicoes/0130/aberto/materia/mt_448232.shtmlÉ inevitável que as pessoas se aproximem daquelas com quem se identificam mais. Porém, elas devem estar abertas e se mostrar acessíveis às outras. Quando isso não acontece, a imagem de um funcionário é afetada negativamente. Portanto, a participação nas chamadas “panelinhas”, tão comuns em muitas companhias, pode ser um passo em falso para qualquer profissional. “Dificilmente os integrantes de uma ‘panela’ são vistos como profissionais diferenciados ou de alto nível de desempenho”, afirma o professor Moacir Carlos Sampaio Silva, da área de psicologia social das organizações do Instituto Sedes Sapientiae, em São Paulo, e da Fundação Dom Cabral, em Minas Gerais.
Na vida corporativa, o melhor é cultivar uma imagem de independência e de neutralidade, bem longe das “panelinhas”. Veja como:
Se você se sente excluído ou marginalizado por não fazer parte de uma “panela”, continue na sua. Nada pior do que implorar por atenção. Mostre-se “neutro” no ambiente profissional e demonstre sua capacidade de relacionar-se com todos.
Invista na neutralidade. Não se associe à “panela rival”, nem se posicione como alguém que reprova ou menospreza esses grupos. Às vezes eles têm poder e influência, por isso é melhor não bater de frente.
Se você participa de uma turminha e percebe que isso está queimando seu filme, a melhor alternativa é gradualmente administrar um afastamento. Encontre uma desculpa para almoçar e tomar café com outras pessoas. Isso só vai aumentar sua rede de contatos.
Dentro de uma empresa, o que faz sentido são os grupos formais. Um bom profissional se relaciona bem com seus pares e colegas e mantém esse relacionamento no plano estritamente profissional. Se você se vê frente a essa ou àquela pessoa com quem percebe ter bastante afinidade, nada impede que isso evolua para uma produtiva e saudável amizade
Será que você anda fazendo panelinha e nem está percebendo? O que será que os outros pensan de você? Faça este teste AQUI para saber como anda sua auto-imagem.
GASTRONOMIA NO CEREJINHA
Todos sabem que sou apaixonada por pães (por isso casei com um...hummm, metida!!) e adoro inventar recheios, texturas e novas combinações. Mas tem um em especial que é meu xodó (foi com ele que ganhei matéria em uma revista ano passado). O recheio é a escolha mas o "must" desse pão é a massa, feita com creme de cebola, aquele em pó tipo da Maggi (aqui no Brasil). Você leva uns 7 minutos pra fazer a massa e seu resultado não se compara a nada ao tempo de preparo porque o gosto é estrondosamente grande de bom!! Fica saborosa, delicada e a única coisa ruim é a vontade de comer que não passa. O recheio habitual desse pão é escarola refogada com bacon e sal e só. Mas nada impede de você inventar mil e uma com ele. Uma dica: Tem alguma carne na geladeira que sobrou do almoço, ou um refogado de legumes e não sabe oque fazer? Faça essa massa rapidinho e coloque as sobras como recheio mais uma muzzarela ralada.Tá feita a refeição. Vou dar a receita da massa e o recheio fica a critério de vocês. Esse vale a pena!!
MASSA DE CREME DE CEBOLA PARA PÃES SALGADOS
(para 2 pães médios)
Ingredientes: 4 xícaras de farinha de trigo, 1 pacote de creme de cebola, 2 ovos, 2 colheres de açúcar, 30g de fermento fresco, 100g de manteiga, 1/2 xícara de água morna. Gema de ovo para pincelar e queijo ralado para polvilhar.
Modo de fazer: Misture tudo numa tigela e deixe descançar uns 40 minutos. Abra a massa com rolo e modele os pães como quiser. As vezes faço pãezinhos individuais, as vezes em bolinha e desse vez fiz tipo rocambole. Recheie com oque quiser e pincele por cima com a gema de ovo e polvilhe quijo ralado. Leve assar em forno pré-aquecido a 180° por uns 40 minutos. Sirva quente.

Esse ai fiz com recheio de escarola. É só cortar a escarola em tiras grossas e refogá-la com bacon, e sal.
Já esse, usei uma carne moída refogada que havia feito no almoço. Como sobrou decidi usar como recheio. Refogo ela com cebola, alho, ovos cozido, azeitonas verdes, milho e salsinha. E coloquei junto muzzarela ralada. Ficou excelente!!
Vamos lá meninas, a Promoção de 3 Anos do Cerejinha vai até dia 21 de Junho. Não deixem de participar. Todos os detalhes AQUI.
