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24/06/2009

Gripe "quase" Suína - Rodelas de Minhoca

AI, QUERO CAMA...CADÊ MEU MARIDON NESSA HORA???

Olha a Carol ai!!

Creindeuspai!!!Faz muuuito tempo que não ficava gripada agora, hoje, a coisa veio que veio com tudo!!! Ontem começei com uma tosse braba e não dormi a noite inteira. Hoje acordei não sei como, não conseguia nem abrir os olhos. Pra piorar o maridon foi viajar e me deixou sem cobertor de orelha que nessas horas e tudo!!Narebas escorrendo, dor no crânio, tossindo que nem um bode, e parecia que tinha tomado uma surra. Justo hoje mamis foi dar um role no "Braizão", reduto fashion das pessoas menos abastadas de cacife e ai tive que cuidar do almoço e das duas crias....Só por Deus, até meu arroz hoje saiu só com um caldinho knorr de legumes porque nem cebola estava conseguindo picar. Fala sério, e amanhã tenho um compromisso muito, muito, muito importante que nem vou falar agora (vão ficar curiosas) mas se der certo, não vai ser uma porta que abrirá para mim, mas sim um portal imenso!! Preciso melhorar até amanhã e por isso a coisa vai ser rapida aqui. Mas hoje é dia de São João e não posso deixar essa data em branca. Vamos aprender um pouquinho sobre esse santo que celebra nossas festas juninas.

A origem da Festa Junina no Brasil e suas influências

Junho é o mês de São João, Santo Antônio e São Pedro. Por isso, as festas que acontecem em todo o mês de junho são chamadas de "Festa Joanina", especialmente em homenagem a São João. O nome joanina teve origem, segundo alguns historiadores, nos países europeus católicos no século IV. Quando chegou ao Brasil foi modificado para junina. Trazida pelos portugueses, logo foi incorporada aos costumes dos povos indígenas e negros. A influência brasileira na tradição da festa pode ser percebida na alimentação, quando foram introduzidos o aipim (mandioca), milho, jenipapo, o leite de coco e também nos costumes, como o forró, o boi-bumbá, a quadrilha e o tambor-de-crioula. Mas não foi somente a influência brasileira que permaneceu nas comemorações juninas. Os franceses, por exemplo, acrescentaram à quadrilha, passos e marcações inspirados na dança da nobreza européia. Já os fogos de artifício, que tanto embelezam a festa, foram trazidos pelos chineses. A dança-de-fitas, bastante comum no sul do Brasil, é originária de Portugal e da Espanha. Para os católicos, a fogueira, que é maior símbolo das comemorações juninas, tem suas raízes em um trato feito pelas primas Isabel e Maria. Para avisar Maria sobre o nascimento de São João Batista e assim ter seu auxílio após o parto, Isabel acendeu uma fogueira sobre o monte. No Nordeste do país, existe uma tradição que manda que os festeiros visitem em grupos todas as casas onde sejam bem-vindos levando alegria. Os donos das casas, em contrapartida, mantêm uma mesa farta de bebidas e comidas típicas para servir os grupos. Os festeiros acreditam que o costume é uma maneira de integrar as pessoas da cidade. Essa tradição tem sido substituída por uma grande festa que reúne toda a comunidade em volta dos palcos onde prevalecem os estilos tradicionais e mecânicos do forró.

Assim surgiu a Festa de São João
Dizem que Santa Isabel era muito amiga de Nossa Senhora e, por isso, costumavam visitar-se. Uma tarde, Santa Isabel foi à casa de Nossa Senhora e aproveitou para contar-lhe que, dentro de algum tempo, iria nascer seu filho, que se chamaria João Batista. Nossa Senhora, então, perguntou-lhe:- Como poderei saber do nascimento do garoto?- Acenderei uma fogueira bem grande; assim você de longe poderá vê-la e saberá que Joãozinho nasceu. Mandarei, também, erguer um mastro, com uma boneca sobre ele. Santa Isabel cumpriu a promessa. Um dia, Nossa Senhora viu, ao longe, uma fumacinha e depois umas chamas bem vermelhas. Dirigiu-se para a casa de Isabel e encontrou o menino João Batista, que mais tarde seria um dos santos mais importantes da religião católica. Isso se deu no dia vinte e quatro de junho.Começou, assim, a ser festejado São João com mastro, e fogueira e outras coisas bonitas como: foguetes, balões, danças, etc… E, por falar nisso, também gostaria de contar porque existem essas bombas para alegrar os festejos de São João. Pois bem, antes de São João nascer, seu pai, São Zacarias, andava muito triste, porque não tinha um filhinho para brincar. Certa vez, apareceu-lhe um anjo de asas coloridas, todo iluminado por uma luz misteriosa e anunciou que Zacarias ia ser pai. A sua alegria foi tão grande que Zacarias perdeu a voz, emudeceu até o filho nascer. No dia do nascimento, mostraram-lhe o menino e perguntaram como desejava que se chamasse. Zacarias fez grande esforço e, por fim, conseguiu dizer:- João! Desse instante em diante, Zacarias voltou a falar. Todos ficaram alegres e foi um barulhão enorme. Eram vivas para todos os lados. Lá estava o velho Zacarias, olhando, orgulhoso, o filhinho lindo que tinha… Foi então que inventaram as bombinhas de fazer barulho, tão apreciadas pelas crianças, durante os festejos juninos.

As Quadrilhas

A quadrilha junina, matuta ou caipira é uma dança típica das festas juninas, dançada, principalmente, na região Nordeste do Brasil. É originária de velhas danças populares de áreas rurais da França (Normandia) e da Inglaterra. Foi introduzida no Brasil, mais precisamente no Rio de Janeiro, possivelmente em 1820, por membros da elite imperial. Durante o Império, a quadrilha era a dança preferida para abrir os bailes da Corte. Depois popularizou-se saindo dos salões palacianos para as ruas e clubes populares, com o povo assimilando a sua coreografia aristocrática e dando-lhe novas características e nomes regionais. Há atualmente uma nova forma de expressão junina, a quadrilha estilizada, que não é uma quadrilha matuta, mas um grupo de dança que tem uma coreografia própria, com passos criados exclusivamente para a música escolhida, como num corpo de balé. O grupo incorpora alguns personagens como Lampião, Maria Bonita, sinhôzinho, espanholas e ciganos. Os seus trajes lembram roupas típicas do folclore dos pampas gaúchos.


Quadrilha tradicional (matuta): Sempre mesmo estilo de tecido, florais. Carregam a tradição de anos de cultura. Foto da quadrilha de Zé Testinha, a mais famosa de Fortaleza.


Quadrilha estilizada: Roupas extra customizadas, com muito brilho.

Fonte:

CULINÁRIA NO CEREJINHA

Minhas amadas, hoje a coisa vai ser bem básica porque já to chamando urubu de meu louro de tanta dor de cabeça. Ha uns tempos atrás vi essa santa invenção no Rainhas do Lar e achei o máximo. Duvido que alguma criança resistiria a comer essa geringonça gastronomica. A coisa é bem simples. Pegue salsichas, corte-as em rodelas de mais ou menos 2cm e espete massa espaguette nas rodelas, de 6 a 7 em cada rodela. Ferva água e cozinhe a invencionice até a massa estar al dente. Sirva com molho de sua preferência. No caso, fiz um bechamel básico e coloquei parmesão raldo e ervilhas frescas. A criançada abocanhou em minutos. (a mãe também)



Bom meninas, como a coisa foi "rapidinha" hoje (ui!!!) vou deixar vocês com umas fotinhos aqui da minha "rezidença". E para as ganhadoras da promoção, semana que vem envio o prêmio de vocês pois ainda tenho que buscar as camisetas e o adesivo, assim envio todos juntos. Olha a ansiedade em garotas!!! Beijos e mais Beijos!!

Fala que não é a cara aqui do "brog"?!!


Esse é o jacaré do Pedro Da Vinci!!

E essas duas coisas foférrimas ai quero morder, são o Pedro e a Bibi, sua melhor amiguinha (ela é priminha da Bia, por parte de pai!) A mamãe do Pedro fez uma arte no chão e os dois mais do que depressa diseram não ao desperdício e trataram de abocanhar os granulados...Eeee foi uma festa só!! Calma gente, o que não mata, engorda!!!