HOSH HASHANA - E para nós, uma Torta Cítrica com Bananas

Mas caso não saiba nada sobre o assunto, neste artigo você aprenderá sobre o Rosh Hashaná - a origem do feriado, como ele é celebrado, e do que se trata o "Grande Feriado".
O shofar, instrumento de sopro feito de chifre de carneiro, é o maior símbolo do Rosh Hashaná
Começaremos com a pergunta mais básica: o que se comemora no Rosh Hashaná?
Entre muitas coisas o Rosh Hashaná simboliza, para a maioria das pessoas, o Ano Novo judaico. Na verdade, o significado de Rosh Hashaná concentra quatro grandes temas que se interligam. São eles:
-o Ano Novo judaico
-o dia do julgamento
-o dia da lembrança
-o dia do toque do shofar

O Shofar, instrumento de sopro feito de chifre de carneiro, é o princiapl símbolo do Hosh Hashana
De acordo com o Talmud (site em inglês), Deus criou a humanidade no primeiro dia do mês Tishrei. Sendo assim, o Rosh Hashaná comemora a criação da raça humana. É um tempo de limpeza e renovação, uma chance de receber perdão e de recomeçar sem pecados. A importância do feriado reflete-se em seus dois dias de observância; a maioria dos feriados judeus é celebrada durante um dia apenas.
Desta maneira, o Rosh Hashaná é o dia do julgamento. Um dos temas mais proeminentes do feriado gira em torno do simbólico "Livro da Vida". A vida de um judeu depende de se ele toma ou não a decisão de fazer correções durante o período do Grande Feriado através do arrependimento (teshuvah), da oração (tfiloh), e da caridade (tzedakah). Este é um momento chave, um tempo para reflexão sobre os erros cometidos, e de decidir perante Deus não repeti-los no próximo ano. Também é uma celebração ao livre arbítrio do homem - tomando a decisão consciente de olhar para dentro de si mesmo, verdadeiramente, ver a sua própria vida e fazer as correções necessárias. Ao exercitar esta escolha que lhe foi dada por Deus, o homem se faz merecedor da misericórdia Divina.
Geralmente, durante o Rosh Hashaná, os judeus dizem uns aos outros "que você seja inscrito e selado no Livro da Vida". O período do grande feriado é a escolha entre vida e morte, virtude e pecado e aqueles que se arrependem estão no caminho certo para serem inscritos no "Livro da Vida", que traz consigo a promessa de um ano bom. A crença é que, durante o Rosh Hashaná, os nomes são escritos no livro e, no Yom Kipur (10 dias depois), o livro é selado. Estes 10 dias são conhecidos como os dias de temor.
O calendário judaico
O calendário utilizado em quase todo o mundo é o calendário gregoriano, introduzido em 1582 pelo Papa Gregório XIII. O calendário judaico, que é o calendário oficial em Israel e o calendário religioso para os judeus em todo o mundo, foi instituido por Hillel II por volta do ano de 359. Enquanto o calendário gregoriano baseia-se no sol, o calendário judaico é baseado tanto no sol quanto na lua.
O primeiro judeu que chegou ao Brasil
O primeiro judeu que chegou ao Brasil foi o tradutor, Gaspar da Gama, que fazia parte da comitiva de Cabral. Em 1502, empreendedores judeus, tendo à frente o cristão-novo (judeu convertido ao cristianismo) Fernando de Noronha, arrendou da Coroa Portuguesa as terras recém-descobertas. Esse contrato, previa a exploração comercial do território brasileiro, além da construção de fortalezas para defendê-lo.
Assim como o dia da lembrança, o Rosh Hashaná relembra o quase sacrifício de Isaac, que as tradições judaicas afirmam ter acontecido no primeiro dia do mês Tishrei. Segundo a Bíblia, Deus ordenou a Abraão, pai de Isaac, a sacrificar seu único filho como oferenda. Abraão então constrói um altar e se prepara para sacrificar o seu filho para provar sua obediência e fé em Deus. No último momento, um anjo portador da vontade de Deus impediu Abraão de matar Isaac, e apontou para um carneiro preso pelos chifres em um arbusto próximo. O anjo disse a Abraão para sacrificar o carneiro no lugar de Isaac.
Como resultado, Deus abençoou Abraão. Esta história é recordada durante o Rosh Hashaná para lembrar aos judeus que a submissão diante de Deus é o caminho para alcançar a Sua piedade, e que os verdadeiramente virtuosos não questionam a vontade Dele. Eles agem como Deus manda e são recompensados por sua fé.
O último dos principais símbolos do Rosh Hashaná é o shofar, que é um instrumento de sopro feito de chifre de carneiro. O dia do toque do shofar tem várias implicações, mas existem pelo menos três significados amplamente reconhecidos. Um é relembrar a história de Isaac - Deus poupando sua vida como recompensa à fé de Abraão, o outro, para recordar o carneiro que foi sacrificado no lugar de Isaac.
Além de rememorar a história de Isaac, o shofar também traz à mente uma coroação. Pelo fato de o Rosh Hashaná ser uma celebração da criação dos seres humanos, ele também é a celebração do reinado de Deus sobre os homens. O toque do shofar anuncia e reafirma Deus como governante de toda a humanidade. O som como de uma trombeta do shofar também serve para agitar a alma de todos os judeus, para acordar o povo judaico para a onipotência e onipresença de Deus, para a chance de receber Sua piedade através da oração e do arrependimento.
Os judeus que vieram para o Brasil
Os judeus que imigraram para o Brasil têm duas origens:
1) vieram da Europa Oriental, de países como a Polônia e a Rússia, são chamados de judeus asquenazis; falavam a língua ídiche; uma parte vivia em pequenas aldeias, chamada de "shtetlach";
Como é celebrado o Rosh Hashaná
O Rosh Hashaná é celebrado de diferentes maneiras e modos por diferentes tipos de judeus (veja "Divisões do Judaísmo" abaixo). Entretanto, existem certos métodos e tradições que são básicos na observância do Rosh Hashaná, e assim fazem parte de quase toda a celebração do feriado.
Na SinagogaQuanto aos aspectos mais formais do Rosh Hashaná, o que acontece na Sinagoga durante estes feriados é a partida dos serviços "padrão" de sexta-feira a noite e sábados pela manhã do Shabat semanal. Os serviços dos grandes feriados são mais longos do que os serviços do Shabat, que geralmente começam de manhã cedo e vão até o final da tarde. Os judeus também utilizam um livro especial de orações - chamado Machzor - durante os serviços de Rosh Hashaná (e do Yom Kipur). O Machzor contém as orações específicas para os grandes feriados e estabelece este tempo à parte, como sendo de especial importância.
Há um serviço especial de feriado que acontece nos dias ou semanas anteriores ao Rosh Hashaná, chamado Slichot, que significa perdão em hebraico. O Slichot consiste em uma série de orações de pedido de perdão a Deus. Isto significa a preparação do venerador para o Rosh Hashaná, para o arrependimento e um novo recomeço. Estas orações são recitadas especialmente na noite anterior ao Rosh Hashaná, começando normalmente à meia-noite.
Existem várias orações de grande importância para a observância do Rosh Hashaná:
Avinu Malkeinu
· "Nosso Pai, nosso Rei" - consiste em 44 admissões de culpa, pedindo perdão a Deus por cada pecado.
Unetane Tokef
· "No Rosh Hashaná o nosso destino é escrito; ao final do Yom Kipur ele é selado. Quem deve viver e quem deve morrer? Quem deve morrer pelo fogo e quem deve morrer pela água?"
Musef Amidah
· As orações que acompanham o toque do shofar.
· As três bençãos: reconhecer o poder de Deus sobre toda a criação, relembrar a história judaica e relacionar o toque do shofar aos eventos do passado e ao futuro do judaísmo.
O shofar é tocado enquanto são feitas as orações. Existem maneiras específicas de tocar o shofar, com a intenção de acordar os judeus para o julgamento de Deus e afirmar Sua posição como juiz e rei
As leituras do Torá para o Rosh Hashaná são relativas tanto ao nascimento de Isaac - filho de Abraão e Sara, que acreditava-se fosse estéril até que um dia, com a idade de 100 anos, Deus a abençoou com um filho - quanto ao quase sacrifício de Isaac, quando Deus poupou a sua vida porque Abrãao provou sua fé absoluta em Sua palavra.
As práticas de acender velas e do ditado kidush - uma benção sobre o vinho - são procedimentos sagrados no judaísmo por fazerem a introdução ao Shabat ou a quaisquer outros dias santos. Para o Rosh Hashaná, as velas (geralmente duas) são acesas com orações especiais ou cânticos. O Chalá é um pão especial que também acompanha a celebração do Shabat e, no Rosh Hashaná, ao invés de trançado, ele é redondo simbolizando o círculo infinito da vida e a coroa do reinado de Deus sobre os homens. Algumas pessoas pincelam o chalá com mel ao invés de sal enquanto ele está assando; isto significa o desejo Rosh Hashaná por um "ano novo doce", e também costuma-se mergulhar maçãs no mel. De fato, durante o Rosh Hashaná come-se todo tipo de comidas doces.
No Rosh Hashaná, para expressar a importância da ocasião, é costume arrumar a mesa de jantar com linho e louça finos e usar roupas novas e especiais. Na tradição sefardita, muitas pessoas colocam cestos de frutas cobertos sobre a mesa - colocados de maneira que ninguém saiba exatamente que frutas estão lá dentro - da mesma maneira que nós não sabemos o que o ano novo nos reserva.
· Shana tova - "Um bom ano".
· L'shaná tova tikatevu - "Possam vocês serem inscritos para um bom ano".
Torta-Cuca de Banana e Limão
Base: 100g de bolacha maizena branca, 100g de bolacha maizena de chocolate, 100g de manteiga sem sal.
Faz Assim: Processe as bolachas. Junte a manteiga e misture com os dedos até unir bem. Reserve.
Creme: 1 lata de leite condensado, 2 gemas peneiradas, suco de 1 limão.
Faz Assim: Misture tudo numa tigelinha e reserve.
Farofa: 80g de farinha de trigo, 30g de farinha de rosca, 2 colheres de chocolate em pó, gotas de essência de baunilha, 1/2 xícara de açúcar, 90g de manteiga.
Faz Assim: Misture tudo e amasse bem com a ponta dos dedos até formas a farofinha.
Montagem: Forre uma assadeira pequena com fundo removível com a massa. As laterais ficam baixinhas. Coloque o creme. Corte bananas suficiente para cobrir toda a superfície da torta. Corte-as ao meio, e cada metade ao meio de novo no sentido do comprimento. Coloque sobre o creme. Por último coloque a farofa. Leve assar em forno pré-aquecido a 180°C por 40 minutos. Retire do forno, deixe amornar e retire a lateral da forma. Coloque num prato e leve gelar por no mínimo 3 horas. Sirva só ou com sorvete.

Ah, e aqui as minhas toalinhas prometidas....Até que tá meiguinho vai....










Esta é a compota de laranjas mais cara do mundo. A compota é fabricada com as melhores laranjas de Sevilha, Whisky Dalmore com 62 anos de idade, champanhe Pol Roger de 1996, e para lhe dar um toque final, a compota é salteada com pequenas folhas de ouro comestíveis de 24 quilates.Esta requintada e luxuosa compota de laranja vem dentro de um pote de cristal, e o preço final por 1Kg, é de 5.000 Libras (pouco mais de 7.100 Euros).
O chocolate ”La Madeline au Truffe” da Knipschildt é certamente um prazer dispendioso. O chocolateiro Fritz Knipschildt fundou a sua empresa em 1999, depois de fazer a sua formação como Chef na Dinamarca. E assim foi, este homem criou o chocolate mais exclusivo e mais caro do mundo. Este chocolate vem com uma trufa francesa, chamada Perigord, no seu interior, sendo esta trufa muito rara. O chocolate que reveste a trufa é composto em 70% por cacau Valrhona, que é misturado num ganache com óleo de trufa, baunilha e açúcar. Esta trufa de chocolate é enrolada à mão com a trufa preta no seu interior, e polvilhada com pó de cacau. Depois é colocada numa caixa prateada sobre uma camada de pérolas de açúcar. O seu preço unitário é cerca 170€ e cada 500 grms custam cerca de 1800€.
Inúmeros fãs do chocolate Wispa Gold, da marca Cadbury, fizeram uma campanha online para o doce voltar a ser fabricado. O desejo não só foi atendido como o fabricante resolveu fazer uma barra comemorativa, uma Wispa Gold que realmente tem ouro na receita - é a mais cara do mundo.O chocolate é recoberto com uma deliciosa (?) camada de folha de ouro e também é embalado em uma outra folha de ouro. Apenas cinqüenta a cinco barras foram feitas e aquele que tiver dinheiro para comprar – ela custa 961,48 libras – irá receber a gostosura pelas mãos de Tony Hadley, cantor cujo maior sucesso foi a música Gold.










Só pra descontrair....




